Prevenção contra a dengue

Verão, chuvas, água empoçada e calor viram o ambiente perfeito para a proliferação do mosquito da dengue, o Aedes Aegypti. Para não colocar em risco a família, nem outros moradores do condomínio, é preciso passar um pente-fino e eliminar todos os focos que possam ser usados como criadouros da larva.

A regra é básica: Quanto mais facilmente o mosquito transmissor do vírus conseguir se procriar, maior o número de pessoas doentes. Então de nada adianta você manter a casa livre de criadouros se os vizinhos não fazem o mesmo.

E o risco aumenta ainda mais nos condomínios, já que mais pessoas dividem o mesmo espaço, então fica mais complicado conscientizar todos os moradores sobre a importância da prevenção, ou seja, de não deixar água parada.

Imagem

Uma saída para tentar alertar a todos é a campanha interna, para conscientizar os moradores. Além disso, atenção sempre com as piscinas que ficam descobertas ou não têm o devido tratamento.  Observe também as caixas d’água sem tampa, brinquedos do playground, vasos de plantas esquecidos no hall do prédio ou na sacada.

Todos esses recipientes e objetos podem se tornar um reservatório que acumula água e virar o criadouro das larvas da dengue. Em condições propícias (água parada e limpa), a larva do Aedes Aegypti amadurece e chega à fase adulta em menos de 15 dias.

É interessante saber, também, que o mosquito consegue voar até 100 mil metros, o que significa que não dá para saber de onde ele veio; se ele é fruto de um criadouro dentro do condomínio ou de outro bairro, por exemplo. Se um foco é identificado dentro do condomínio ou em áreas vizinhas, é preciso avisar os órgãos públicos competentes para que o removam.

Caso algum morador tenha contraído a doença, ou haja suspeita de que há o mosquito no local, a Vigilância Epidemiológica da cidade deve ser avisada. A utilização de cloro – água sanitária – inibe o amadurecimento dos ovos e elimina as larvas do mosquito. Com a ajuda de um químico, os condomínios podem verificar qual é a dose adequada a ser usada na piscina. Tome cuidado apenas para não utilizar cloro em excesso, pois o produto pode provocar alergias em quem utiliza a piscina.

No ano passado, em Jundiaí, a cidade registrou 45 casos de dengue, sendo 17 autóctones (contraídos na cidade) e 28 importados. No país foram 3.965 casos graves contra 17.475 em 2010. No Estado de São Paulo, os casos graves de dengue foram reduzidos em 97% em dois anos (2010 a 2012). Em 2012, foram registrados 82 casos no Estado, contra 2.905 em 2010.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s