Duas boas notícias

Aluguel teve reajuste menor

 Com tantos reajustes nas contas que o brasileiro precisa pagar, a boa notícia fica por conta dos aluguéis, que no ano passado tiveram reajustes de 8%, bem diferente dos 18% observados em 2011.

Depois do aumento significativo durante o ano de 2011, o reajuste foi perdendo força, e os aluguéis de dezembro apresentaram um reajuste de 8%, caindo mais da metade. O que é uma ótima notícia para quem busca um imóvel para alugar.

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Segundo o Sindicato da Habitação, Secovi, a queda revela a adequação do mercado com as medias econômicas promovidas pelo Governo Federal no ano passado. A queda em São Paulo serve de referência para todo o Brasil, porém, vale ressaltar que cada mercado ainda possui a sua peculiaridade.

As residências com maior acréscimo em dezembro foram as de um quarto, que apresentaram crescimento médio de 0,5%. O aluguel de imóveis com mais de dois dormitórios mantiveram-se estáveis.

O fiador foi a modalidade de garantia mais usada pelos inquilinos e proprietários, com 47%. O depósito de até três meses de aluguel respondeu por 32,5% dos contratos de locação efetuados. Já o seguro-fiança foi responsável por 20,5% das moradias alugadas.

Para quem começará a procurar um imóvel no início do ano, as principais dicas são escolher o local onde quer morar; pesquisar o valor médio do aluguel para a região e pechinchar com o proprietário do imóvel.

 Outra boa notícia:

A Caixa Econômica Federal reduziu as taxas de juros para os clientes que querem comprar imóveis com valor acima de R$ 500 mil, fora do Sistema Financeiro de Habitação (SFH).

As taxas de juros efetivas caem de 9,9% para 9,4% ao ano. Já os clientes que têm relacionamento e conta salário na Caixa terão taxas reduzidas de 8,9% para 8,4% ao ano.

Agora se o interessado for servidor público, as taxas de juros podem chegar a 8,3% ao ano. Pelos cálculos da Caixa, um mutuário com financiamento de R$ 600 mil poderá, em 30 anos, economizar R$ 43,3 mil.

A Caixa informou também que para os financiamentos enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação, abaixo de R$ 500 mil, já existe uma redução nas taxas de juros do crédito imobiliário até 21%. Nas operações com recursos da poupança, o banco aumentou o prazo de financiamento de 30 para 35 anos.

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