Cuidados especiais com as piscinas

Apesar de o verão não estar com a cara da estação nas últimas semanas, o aparecimento do sol é mais do que um convite para um mergulho na piscina. Há quem goste de passar horas na água e tem aqueles que preferem só relaxar à beira da piscina. Junta-se isso ao período de férias e pronto, já temos uma das áreas mais disputadas e requisitadas do condomínio.

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O primeiro cuidado, além de passar protetor solar, é ver a qualidade da água da piscina, e isso é responsabilidade do síndico. Não importa de que material ela seja feita, se todos os equipamentos não estiverem funcionando corretamente, dificilmente haverá água limpa e saudável para os moradores nadarem. A manutenção irá evitar que os moradores sejam surpreendidos por doenças desagradáveis de pele, como a micose ou a herpes.

Um check-list rápido inclui deixar em ordem as tubulações, filtros, bombas de recirculação, pré-filtros, drenos e ralos de fundo, coadeiras, dispositivos de retorno e de aspiração, dosadores de produtos químicos, visores de retrolavagem, aquecedor e trocador de calor. Caso perceba algum problema em um desses equipamentos, é preciso chamar um especialista para descobrir onde está o problema e como ele pode ser solucionado.

Além dos equipamentos, para manter a qualidade da água também é preciso usar um filtro, kit de aspiração manual que é usado basicamente para limpar o fundo da piscina; kit verificador de ph, que é uma espécie de fita adesiva que em contato com a água mostra a quantidade de ph na piscina; produtos químicos como cloro, clarificantes e algicidas também devem ser usados, entre outros.

Mas de nada adianta tratar a água se os moradores trazem doenças para a piscina. Por isso é que se recomenda cuidar da higiene pessoal; a dica é sempre visitar um dermatologista antes de entrar na água.

Se no condomínio possuir brinquedos que são usados na piscina, sempre observe se eles são fabricados de anticorrosivo e que não apresentem riscos de escorregar e nem pontas que possam cortar ou ferir os moradores.

Os móveis fora da piscina também precisam de atenção. Os pés das cadeiras, por exemplo, precisam ser emborrachados para evitar que elas escorreguem e causem acidentes.

Na maior parte dos condomínios, o uso da piscina é permitido exclusivamente aos moradores, sendo proibida a entrada de visitantes. Mas se o condomínio permitir que pessoas de fora usufruam da piscina é necessário bom senso para não lotar o local e deixar os moradores incomodados com a presença de terceiros.

A manutenção da piscina pode ser de responsabilidade do condomínio, mas zelar pela segurança é um dever de todos. Por isso os pais devem ter cuidado com os filhos, já que os condomínios não são obrigados a oferecer segurança e salva-vidas. Para as crianças menores de 7 anos – ou a idade que determinar cada convenção – a presença de um responsável, na piscina, se torna obrigatória.

O que pode ajudar o síndico é o envio de circulares para os pais relembrando os itens do regulamento, sempre destacando o que se pode e o que não se pode fazer. Isso deve evita problemas ou constrangimentos, já que depois ninguém pode dizer que não sabia.

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