Complemento reportagem de capa: cãovivência…

Caso você tenha escolhido um cãozinho, saiba um pouco mais sobre os mais recomendados:

1 – Maltês: Possivelmente originário da Itália, sabe-se que é uma raça muito antiga.São animais que latem muito e que pedem pouco espaço para viver. São pouco agitados, mas exigem certo cuidado no convívio com outras pessoas ou outros animais. Independente de sua origem, sabe-se com certeza de que o Maltês foi desenvolvido com o único propósito de ser um cão de companhia e foi amplamente adotado pela realeza européia como um “cão de colo”. Assim, é uma raça extremamene adaptável ao estilo de vida de seus donos e os cães desta raça não gostam nem um pouco de ficar sozinhos. É um cão bastante alerta e que pode ser utilizado como um cão de alarme, além de estar sempre disposto a brincadeiras, ter personalidade marcante e equilibrada. É exigente, ciumento, destemido e muito inteligente. Não requer muita atividade física, pois pequenos passeios ou mesmo os exercícios em casa são suficientes para a manutenção de sua forma física.

Fonte: Revista Pequenos Cães, Grandes Amigos!

2 – Yorkshire Terrier : Originário da Inglaterra, são animais de latido moderado, que possuem muita atividade, mas que mantêm ótimo convívio com outras pessoas e crianças. Precisam de um pequeno espaço para viver e sua convivência com outros animais requer uma certa cautela. Eram usados como caçadores de ratos nas minas de carvão britânicas e, apesar desta origem tão humilde, se converteram numa raça muito popular. Resultado do cruzamento de diversas raças terriers existentes nas ilhas britânicas, o objetivo de desenvolver a raça era o de  produzir um cão pequeno e corajoso, que entrasse em tocas de ratos e, ao mesmo tempo, dono da pelagem longa e sedosa. E conseguiram! Sua natural elegância transformaram os yorkies nas mascotes preferidas das estrelas do cinema. São animais de companhia perfeitos, além de muito brincalhões. Estes pequenos possuem características de caráter e tenacidade próprias de cães muito maiores que seu tamanho, pois são valentes e corajosos. Muito carinhosos, adoram mimos e querem ser o centro das atenções. São cachorros decididos que sabem o que querem e como conseguir. Um pouco ciumento com seus donos, é um cão esperto, dócil e de fácil adestramento. A miniaturização da raça é bastante criticada por criadores, pois o exemplar miniatura foge um pouco das características da raça, podendo tornar-se cães que latem muito e agressivos. É necessário um banho por semana para mantê-los sempre limpos e escovação somente no dia do banho para não arrebentar o pelo.

Fonte: Revista Pequenos Cães, Grandes Amigos!

3 – Shit Tzu: Originário do Tibete, é um cão de latido moderado e que tem ótima convivência com as outras pessoas e com crianças, mas sua convivência com outros animais pode requerer uma certa cautela. Um das raças mais difundidas e apreciadas no mundo, este pequeno leão é uma mescla entre o Lhasa Apso e o Pequinês. Lendas contam que o Dalai Lama presenteava famílias reais chinesas com estes cãezinhos como uma forma de lhes desejar felicidade e boa sorte. Com registros que remontam ao século VII, chegou ao Ocidente como um presente oferecido pela Imperatriz Cixi da China feito à esposa do Cônsul Danes da Inglaterra. Robusto, de pelagem abundante e um distinto porte arrogante, é um cãozinho bastante inteligente, de fácil adestramento, carinhoso, ativo e alerta. Apesar de ser um cão de personalidade forte e que facilmente domina os seus donos, está entre os cães que mais apreciam horas de colo e interação familiar. Exige alguns cuidados com sua longa pelagem que precisa de escovações diárias e uma boa higienização que consiste na lavagem dos bigodes, olhos e boca. Latem pouco e seu grau de atividade se ajusta com o estímulo do dono para brincadeiras. Se diverte com crianças e outros animais, pois são muito pacientes. No entanto, não admite ser desafiado por outro cão!

4 – Lhasa Apso: É um cão que late pouco, de baixo grau de atividade e que mantém ótimo convívio com outras pessoas e crianças. Precisa de um pequeno espaço pra viver e sua convivência com outros animais requerer uma certa cautela. De origem muito antiga, foi criado durante séculos apenas por nobres e monges do Tibete, seu país de origem que tem como capital a cidade de Lhasa. Alguns acreditam que o apso de seu nome é devido à palavra tibetana apso que significa cabra, fazendo uma comparação à textura de sua pelagem que é áspera. Outros acreditam que o Apso seja devido a seu nome original, Apso Seng Kye, que significa “cão de sentinela que ruge como um leão”, pois era o cão sentinela do palácio de Potala, residência do Dalai Lama. Tidos como cães sagrados, os budistas acreditavam que eram a reencarnação de antigos lamas. Assim, não podiam ser comercializados. Além do mais, ganhar um Lhasa era sinal de apreço extremo e boa condição social. Os Lhasas chegaram ao Ocidente por volta de 1900 na Inglaterra, nos EUA em 1933 e no Brasil em 1966. É um cão tranqüilo, independente e companheiro. Uma vez eleito, o dono será o centro de suas atenções! É considerado ideal para pessoas que moram sozinhas uma vez que, ao contrário da grande maioria das raças, encara bem a solidão sem se transformar num cão destrutivo ou barulhento. Além disso, não exige muitos exercícios ou passeios diários. A pelagem do Lhasa requer um cuidado especial para ser exuberante e saudável. Recomenda-se uma escovação em dias alternados

Fonte: Revista Pequenos Cães, Grandes Amigos!

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